Hoje me vi diante de uma situação no trabalho muito chata. Na hora eu pensei... Preciso de um cigarro!
Não fumei, claro. E
fiquei refletindo sobre essa relação entre a tensão e o cigarro, a euforia e o
cigarro, o tudo e o cigarro.
Fiquei imaginando o
que teria acontecido se eu ainda estivesse fumando. Eu desceria para a portaria
do prédio e realizaria meu escapismo por meio do tabaco. Relaxaria, conversaria
com meus amigos do fumódromo e subiria para trabalhar novamente. Mas me responda: o que exatamente cigarro
alterou nessa equação?
O problema continua lá,
mesmo que entorpecido pela fumaça. Vai ter que ser resolvido, hoje, amanhã ou
depois. E pensando nisso, de repente eu já não precisa mais de um cigarro.
Continuo precisando de
uma solução. Mas ela está dentro de mim e não dentro do maço.

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