Um mês sem cigarro e contando... Mas ainda aguardando um dos
efeitos benéficos tão alardeados pelo abandono do meu vício. Sim, eu estou
subindo escadas que é uma beleza. No último sábado, levei minha filha a uma
festinha de aniversário que contou com uma caça ao tesouro no play.
Subi uma
pirambeira, viu? Ticontar... Ladeira em zigue-zague, escadas eternas no fim, e
lá estava eu, firme, ofegante mas viva, ao lado das crianças, e na frente de
muitos que nunca fumaram. Inclusive, concluí a subida bastante dignamente, e
teve gente que parou no meio. Com relação ao fôlego, check. Tô bem
malandrinha...
Mas e aquele lance do paladar apurado, que faria com que
qualquer alimento se parecesse com lanche élfico Lembas? So far, as
nevascaranhas continuam tendo gosto de... Guess what? Nevascaranhas! (long live
Willy Wonka – depois da exposição Game Of Thrones, tô muito nerd).
No mais, confesso que ainda fico tentada quando vejo um
filme onde o personagem mais badass acende um cigarro. Resquícios de quando eu
era jovem e crédula, e realmente achava que John McClane conseguiria fumar dois
maços de cigarro pra depois subir correndo os mais de 100 andares do Nakatomi Plaza e
salvar a pátria. Ah, má vá...

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